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Mostrando postagens de 2014

Andando por aí...

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Nada na vida é fácil, isso é fato!
Nos últimos anos então, tenho vivido um dia após o outro em verdadeira batalha diária. Quem me conhece de perto ou mesmo de longe, mas que acompanha, sabe que não tem sido fácil.
Juvio, por exemplo, nesses dois últimos anos tem estado ao meu lado e vivenciado tudo isso comigo. Não é fácil para ele também, mas a determinação de seguirmos adiante tem ajudado muito.
Desde que meus pais se foram, eu costumo dizer que foi o começo do fim. Digo o começo do fim, pois eu nunca imaginei certas coisas que hoje acontecem neste mundo, e fiquei abismada muitas vezes.
Mas como sempre me lembro das palavras da minha mãe, "Deus é contigo!", então sigo adiante.
Ontem mesmo falava isso com Juvio, de como tenho que pular pedras, contornar caminhos obscuros, e correr, correr, e nunca cair. Posso tropeçar mil vezes, mas não cairei jamais, pois Deus é comigo.
Olho para trás e ainda vejo o sorriso da minha mãe nas minhas conquistas acadêmicas, já o meu pai não pode ver …

Freud, me segura nessa! Laura Conrado

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E a sequência deFreud, me tira dessa!, novamente Cat (apelido íntimo da Catarina), traz novas aventuras dessa menina/mulher muito divertida e que se mete em confusão a todo momento. Mas ao mesmo tempo, generosa, amiga e companheira.


Novamente,Lauracom uma escrita, leve, direta, simples, cativa o leitor, e o envolve no mundo de Cat, nas suas confusões, mas em seus acertos também. É um livro, leve, divertido e descompromissado, excelente leitura de distração.

Nesse novo episódio da vida de Catarina, depois de se apaixonar pelo analista, viver aventuras com o Fernando, o seu famoso Pirilampo, eis, que a turminha chega à Nova York, e vive novas aventuras, que por sinal, continuam divertidas, mas ao mesmo tempo, mostra o amadurecimento deles.
Você com certeza vai se identificar em algum momento, com as atitudes de Cat, desde entrar em um salão que não conhece e tentar mudar o visual, como chamar no seu consciente, outra mulher de VACA, essas partes então são divertidas.
Bem, recomendo a leitur…

Suicidas - Raphael Montes

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Comecei a ler o livro e confesso que me lembrou muito o estilo do Rubem Fonseca no livro Agosto. A leitura foi fluindo de uma forma que eu pensei que lá pela metade do livro eu saberia, ou pelo menos teria pistas do desfecho. Mas ledo engano, a leitura em forma de quebra-cabeças, quebrou foi a minha, e eu tive que me contentar em chegar ao fim do livro para então descobrir o que de fato acontecia.
E então, você acaba entrando na trama, onde há "um porão, nove jovens e uma Magnum 608. O que poderia ter levado universitários da elite carioca – e aparentemente sem problemas – a participarem de uma roleta-russa? Um ano depois do trágico evento, que terminou de forma violenta e bizarramente misteriosa, uma nova pista, até então mantida em segredo pela polícia, ilumina o nebuloso caso. Sob o comando da delegada Diana Guimarães, as mães desses jovens são reunidas para tentar entender o que realmente aconteceu, e os motivos que levaram seus filhos a cometerem suicídio. Por meio da leitura…

Novidades da Samanta Holtz - Nova edição de "O Pássaro"

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Bem, gente!

Hoje vou contar uma novidade para vocês, o livro "O Pássaro " da escritora Samanta Holtz está em sua segunda edição.

Vejam que capa linda!



E para quem não conhece ainda esse belo texto, tem resenha aqui.
Curtam a página do livro noFacebook, e para saber mais do trabalho da Samanta, vejam no site dela, o endereço é: http://www.samantaholtz.com 
Vocês irão gostar, tenho certeza.
Alguns eventos já confirmados, vocês podem acessar nesse link: http://www.samantaholtz.com/p/eventos.html
Divirtam-se e apaixonem por essa bela história e por essa escritora sensível.
Boa leitura a todos!

Por Letícia Alves 




Renovação...

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"Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão."
Isaías 40:31

Empréstimo...

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"Se o "nosso" corpo nos é emprestado para essa existência terrena, quiçá outras coisas." ‪#‎pensamento‬

Letícia Alves

Das dores do corpo e da alma...

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Eu acredito que todo ser humano em algum momento da sua existência terrena, já parou, sentou e se perguntou até quando sentiria dores, seja as do corpo ou da alma.
Mas imediatamente, não importando qual religião ou mesmo se não há espiritualidade em jogo, a resposta que nos damos é que tudo cessa com a morte.
Só que enquanto esse destino derradeiro chega, é inevitável meu caro, sentir dores sejam quais forem.
Algumas são brandas e passageiras, outras insistem em permanecer como se tivesse alojado ali de mala e cuia, e falasse, daqui eu não vou sair.
Outras dores aparecem assim despretensiosamente, de um jeito que você não percebe e se instala, são profundas, deixam cicatrizes, e muitas vezes podem não fechar.
Na complexidade da dor, nos resta, viver um dia de cada vez, tentando amenizar um pouco de cada dor que surge ou daquela antiga que ainda não foi curada.
Que as dores seja do corpo ou da alma, um dia se acabem, e assim, então, eu, você, sentaremos e não perguntaremos até quando sentire…

Noé...

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Desde que vi o trailler do filme Noé, me interessei em ver a história. 
Sempre sabendo que não seria mais um dos filmes bíblicos, como os que já conhecemos, Os Dez Mandamentos é um dos exemplos.
A mensagem que o diretor quis passar, fez muito sentido, ao menos para mim. Nossa relação com o sagrado, a nossa espiritualidade, a fé, e tudo que nos cerca, mas que não visualizamos nesse mundo material, foi posto em reflexão.
É preciso, parar um pouco, respirar, desacelerar, e pensar sobre a vida com os humanos e a nossa vida com o espiritual.
Particularmente, eu gostei da leitura que foi feita dessa história milenar, e contrariamente àqueles que tem criticado a visão do autor, eu penso sempre a mesma relação que há entre os filmes e a literatura, seja Star Wars, Guerra dos Tronos, Olga e tantas outras adaptações que já houve, e outras que virão. Duas linguagens diferentes, o cinema e a literatura e, ambas nos trazem reflexão, entretenimento e conhecimento.
Eu recomendo o filme para aqueles que q…

Divagações...

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Eu não tenho sido um bom ser humano,
Sinto que tenho falhado nas mínimas coisas, detalhes da vida.
Detalhes por vezes cruciais.

Ser aquela criança introvertida, quieta, silenciosa, praticamente invisível, não me ajudou.

A vida foi passando e os anos me endureceram, criando ao meu redor um escudo quase intransponível.
Algo que fugiu ao meu controle, deixando marcas e muitas feridas.
Essas últimas inomináveis e até incontáveis.

Se o tempo cura, eu não sei, elas ainda doem.
Uns dias mais, outros dias menos.

Culpas, tristezas, dores sem fim que me levam à beira do precipício. Quase à porta da insanidade.

Não sei quais serão os próximos passos, mas vivo à beira da loucura...


Por Letícia Alves

14 de Março - Dia Nacional da poesia

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E para comemorar o dia da poesia, deixo uma da Florbela Espanca, que eu gosto muito.





Amar!
Eu quero amar, amar perdidamente! Amar só por amar: Aqui... além... Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente  Amar! Amar! E não amar ninguém! 
Recordar? Esquecer? Indiferente!...  Prender ou desprender? É mal? É bem?  Quem disser que se pode amar alguém  Durante a vida inteira é porque mente!  Há uma Primavera em cada vida:  É preciso cantá-la assim florida,  Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar! 
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada  Que seja a minha noite uma alvorada,  Que me saiba perder... pra me encontrar...
Florbela Espanca




Sonhos... Recomeços...

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Mãe,
Essa noite sonhei com você. Fato comum que é muito mais frequente, depois que você se foi. Sonhava contigo também, quando estava aqui do meu lado, mas os sonhos de agora são tão diferentes, por que sei que ao acordar, você não estará pela casa, ou como sempre, sentada em sua cadeira de balanço vendo algo na tv.
Sonhei um sonho longo, que durou uma noite. Não sei quantas horas, só sei que ao fechar os olhos e pegar no sono, ele me tomou sem pedir licença, invadiu minha mente e só me largou ao despertar da manhã.
Não lembro de detalhes, mas lembro do cenário e de você. Era uma casa, de tamanho médio, havia muitas portas, todas entreabertas, e a principal aberta. Todas de aspecto envelhecido, janelas abertas e um chão cheio de buracos. E por detrás de uma das portas, tinha uma pessoa à espreita, me vigiando.
Você não me disse nada, apenas um gesto, apontou a porta que dava para a rua, e acenou para que eu fosse embora. Compreendi que você mais uma vez estava cuidando de mim, me amparando, e…

Uma oração...

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Todos os dias, essa tem sido a minha oração!





NÃO te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade.

Porque cedo serão ceifados como a erva, e murcharão como a verdura.
Confia no Senhor e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado.
Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração.
Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará.
E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu juízo como o meio-dia.
Descansa no Senhor, e espera nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos.
Deixa a ira, e abandona o furor; não te indignes de forma alguma para fazer o mal.
Porque os malfeitores serão desarraigados; mas aqueles que esperam no Senhor herdarão a terra.

Pois ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olharás para o seu lugar, e não aparecerá.
Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz.
O ímpio maquina contra o j…

O menino e o mundo - filme

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Sofrendo com a falta do pai, um menino deixa sua aldeia e descobre um mundo fantástico dominado por máquinas-bichos e estranhos seres. Uma inusitada animação, realizada com diversas técnicas artísticas, que retrata as questões do mundo moderno através do olhar de uma criança.




Um filme que a primeira vista seria uma animação infantil, mas que por detrás das cores do giz de cera, da trilha sonora, nos traz uma mensagem para refletir e mudar comportamentos.


Fiquei encantada com o desenho, as formas e as cores. Em 2D e realizado por um brasileiro, que está ganhando o mundo.


Para saber mais do filme, vá até a fan page noFacebook.





Por Letícia Alves

Fé...

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Como diz a Bíblia,"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem." Hebreus 11:1

Não venho aqui discutir religião, ensinamentos e nem a crença de ninguém, apenas venho refletir sobre a fé, pois independente de religião e outras coisas, o ser humano tem fé.
Fé na vida, Fé no amor, Fé em um dia melhor,  Fé em muita coisa.
O que me chama a atenção em um mundo de intolerância, violência, é pessoas afirmando que outro não tem fé, que o outro não vai ser salva, que o outro está no caminho errado. Eu prefiro respeitar as decisões de cada pessoa, e assim, posso seguir minha vida em paz, tanto com a minha consciência, como com o mundo no qual eu vivo.
Apontar as falhas do outro, julgá-lo sem ao menos conhecer a sua história, sua vida, é muito fácil. Pois eu parto da seguinte ideia: mesmo que eu conheça a história do outro, não vou julgá-lo, eu tenho que respeitá-lo, pois só assim posso exigir que me respeitem. Podemos errar e consertar o erro,…

Alma cansada....

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E ao andar por aí, contemplava os céus, a vegetação pelo caminho, pedrinhas eram chutadas, assim com displicência.
A vida não tinha tantas emoções, tudo estava cinza, cansativo, sem perspectivas para um futuro. Mas qual futuro?
Se o próprio futuro é incerto, que dirá, o dela. Não tinha cores vivas o presente, e então não vislumbrava outras partes da aquarela da vida.
O mundo continuava a girar. Pessoas com seus passos apressados, buzinas de automóveis, chaminés de indústrias continuavam a poluir o ar, os rios continuando seu curso, crianças correndo, sinal de trânsito piscando.
Mas para ela, era outro mundo, outra dimensão. Ela se sentia assim há bastante tempo, mas nos últimos dias tem se aflorado com mais intensidade, esse cansaço. Um cansaço de alma.
E assim segue, ao olhar para o céu e ver as nuvens e as estrelas, faz uma prece a Deus para que tudo se amenize, e esse cansaço, e essa dor diminuam ou desapareçam.

Por Letícia Alves

A morte...

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E a morte essa desconhecida, chegou espreitando em um dia claro, ensolarado, desses de verão.
Nem havia sombra dela. Mas quem diz que ela avisa?
Se bem que se formos pensar, ela dá indícios, pistas, uns poucos avisos, que para os desatentos sempre passará desapercebidos.
A morte é a única certeza que nós seres humanos temos nessa caminhada terrena, é algo que nos acompanha desde o primeiro indício de fomos gerados no útero materno.
Na verdade, não fazemos aniversários, não somamos dias à nossa existência, mas sim estamos em contagem regressiva, e subtraindo dias de nossa vida.
Assim, a cada dia, que sento ali, naquela escada, e contemplo os céus, sei que em algum lugar ou melhor, para algum lugar, nossa alma cansada de todas as mazelas terrenas vai descansar.

Ah, a morte, é algum que dá medo, mas também é fascinante.

Por Letícia Alves

Cartas para um pai - Janaína Rico

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Cartas para um paié um livro pequeno, 206 páginas, mas uma história envolvente, que te pega e quando você assusta já leu. 
É a história de Juliana, que depois de suas férias em João Pessoa, pensou que iria voltar pra casa, terminar a faculdade, mudar de emprego, ter muitas fotos e ótimas lembranças dos 30 dias na praia.
Mas não é bem o que acontece, Juliana volta grávida, e na mala, muitas dúvidas, angústias e toda a sorte de pensamentos que assolam a mente de uma mulher grávida. Agravando que Juliana é mãe solteira e a distância do papai do bebê a faz manter correspondência com ele através de cartas, mesmo em plena era tecnológica.
Cartas para um paitraz momentos divertidos, sérios, sem perder o foco em um assunto comum no mundo de hoje, a gravidez independente.
Você vai rir muito de Juliana e ao mesmo tempo sentir a angústia dele, pois uma gravidez é uma transformação não só do corpo da mulher, mas da vida toda, profissional, pessoal e familiar.


Uma boa leitura para distrair e também par…

Reflexo...

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Geralmente quando estamos diante do espelho vemos o nosso reflexo. Em um primeiro momento é ali, o seu rosto, as suas expressões, o seu olhar. Mas analisando mais profundamente, o espelho também pode refletir seu interior, a sua alma, digamos assim.
Mas e quando você se olha no espelho e não se reconhece?
Não digo a aparência física, mas sim o seu interior.
Parece que você está perdido dentro de si, e reflete isso no espelho.
Há uma vontade, um desejo de se reconhecer, de se ver como sempre foi.
E quando isso não acontece?
Há tristeza, pensamentos de como voltar a se ver...
E assim, continua-se perdido dentro de si e do espelho.

Por Letícia Alves 

Conversas que tive comigo - Nelson Mandela

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Eu comecei a ler esse livro em Julho de 2013. 
Sempre fui uma leitora que devora textos e que aprende com eles. Mas confesso que os últimos anos da minha vida não tem sido fáceis; e mesmo com tanta coisa para administrar, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional, e desde Maio de 2013, na vida acadêmica (eu ingressei no Doutorado, e então nos próximos anos, me desdobrarei entre artigos, aulas, palestras, reuniões de orientação, aulas, congressos e claro, o trabalho, pois vou continuar trabalhando e estudando), eu me recuso a não ler algum livro literário. 
É preciso desanuviar as ideias, e sei disso muito bem, pois quando eu estava no Mestrado, muitos links e ideias surgiram em meus momentos de ócio ou mesmo quando eu estava longe dos textos científicos. E foi assim que me debrucei na história de Nelson Mandela, contada por documentos, cartas, e através da sua narrativa.
Quando foi em Agosto de 2013, paralisei a leitura, e pensei em abandonar, não por não gostar da narrativa ou po…

Cabra Cega - Sheila Ribeiro Mendonça

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Uma noite de insônia pode ser a perdição de muita gente, principalmente para aqueles que a tem todos os dias. O que não é o meu caso! Mas nessa madrugada especialmente, a dona insônia veio me fazer companhia, juntamente com um calor daqueles (o nosso querido Janeiro). Foi então que pensei: rolar pela cama, olhar para o teto, ver o visor do celular passando os minutos, e inclusive as horas em uma velocidade que faria inveja ao The Flash. Pois bem, tratei de ter uma noite de insônia produtiva, peguei o celular e fui ler Cabra Cega. 
Eu tenho a versão impressa, autografada pela autora,e que já vai chegar repaginado em breve, em uma nova edição, a simpáticaSheila(nem a conheço ainda pessoalmente, apesar de ter ficado bem próxima à ela, lá em 2011, quando passei férias no Rio de Janeiro). Porém, no quarto e em plena insônia, lancei mão da modernidade, e fui ler a versão em e-book que você pode adquirir naAmazon.




Sinopse:
Clara e Gustavo se conhecem em um clube de Curitiba quando ela estava pe…

Amores Complicados - Lilian Reis

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Amores Complicadosé a continuação do livro Eu, meu pai e meus outros amores da Lilian Reis, cuja resenha você pode leraqui.
Como disse na resenha do primeiro livro, eu terminei a leitura ansiosa para saber da continuação da história de Jade e de seus tantos amores. E no texto de sequência, Lilian nos faz recordar um pouco da história e de onde havíamos parado. Isso foi um ponto positivo para as pessoas que já tinham lido o livro há mais tempo, no meu caso, não foi preciso, pois eu já tinha terminado a primeira parte bem perto do lançamento deAmores Complicadosna Amazon.
Mas vamos lá!
A sinopse do livro é a seguinte: 

E, se você se visse cercado de interrogações sobre “Essa coisa de amor”?
Um dia Jade desejou ardentemente um amor que a consumisse. E, após tantos eventos trágicos, seu desejo se realizou, e, ela, finalmente, se rendeu à paixão e viveu dias inesquecíveis, junto de seus amores. Entretanto, logo nos primeiros dias do ano novo, sentada à varanda com seu diário na mão – entediada …

(In)segurança...

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Tudo que é desconhecido causa medo, desconforto e insegurança.
O bebê quando nasce chora, pois sai de um ambiente e uma realidade conhecida para uma nova; onde tudo é novo, desconhecido, portanto, inseguro. Mas seguro pelas mãos dos médicos e depois junto ao coração da mãe, o bebê pára de chorar e se sente acalentado. Dessa forma, está protegido, seguro, o novo ambiente já começa a lhe parecer familiar, instaura-se um sentimento de confiança e segurança antes aquelas pessoas que ali estão.
Assim como o nascimento, a morte é algo desconhecido, e portanto, gera medo, desconforto e insegurança. Mas a partir do momento em que nos despimos de toda a expectativa que cerca o desconhecido, tudo se dissipa e vivemos a cada dia melhor.
Mas diante de duas situações que a cada uma a seu modo nos remete a questão da (in)segurança, o que pensar?
E ela pensava que estava perdida em um deserto sem fim, e que a cada dia, o oásis parecia distante, distante...


Por Letícia Alves