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Mostrando postagens de Agosto, 2012

E se foi...

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E assim se vai Agosto...
Mês dúbio de sentimentos para mim.
Alegrias e tristezas sempre aparecem.
Não é desgosto, apenas causalidade da vida.
O que fazer?

Viver intensamente cada dia,
Seja ele Agosto, Setembro, Outubro....
Ah, Maio!


Para além da metade das 12 fatias anuais,
Agosto se vai...


Por Letícia Alves

Ao sabor das estações...

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Era praticamente inevitável que aqueles aromas chegassem até mim, a sensação única dos ruídos da grande cidade, mas ao mesmo tempo seu terreno acolhedor. 
Estar novamente na Paulicéia Desvairada, nem que seja por pouco tempo, algumas horas, talvez, trouxeram-me uma infinidade de sensações novas, mas também aquelas já por mim conhecidas.
O tempo é outro, as pessoas são as mesmas, mas os sentidos se aguçam, se misturam em um torpor de emoções. Vez por outro, uma batida mais forte no coração, um suspiro profundo, todas as estações em uma, uma em todas as estações.
E ao sabor das estações pude passar poucos dias, mas infinitas horas acompanhada de sabores, cores, sons e emoções de linhas e cores, música e amores.
Breve estadia, horas intermináveis, sensações únicas...
Sim, eu volto, com outros sabores das estações.

Por Letícia Alves

O final?

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Será o final?
Ou apenas o início de linhas descarrilhadas...
Sentimentos controversos...
Essência da alma?

Palavras, frases, letras escolhidas...
A vida a seguir um curso ao vento...
Tempestades de emoções...


Ventos que levam para outras direções...
O início de uma caminhada...


Por Letícia Alves




Para que escrever...

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Para contar histórias, estórias, caminhos...
Para desenhar horizontes perdidos...
Para alimentar a alma com palavras soltas.


Para deixar pistas,
Sentimentos conexos e (des)conexos...
Sorriso ao largo.


Para enfeitar os dias cinzas,
Colorir outros tantos.


Para deixar a alma leve,
Dançar por aí.


Para caminhar & (des)caminhar por tantos outros horizontes...



Por Letícia Alves



Escrevendo um diário...

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Nunca tive um diário, aqueles caderninhos bonitinhos, em rosa e por vezes com cadeado, lembranças da infância e adolescência. Eu sempre digo que nasci velha ou em uma época errada, pois esse tipo de comportamento eu não tive. Não tive diários.
Naqueles dias longínquos, as meninas todas alvoraçadas, escreviam em seus cadernos enfeitados, o que se passava a cada dia, mas ao longo dessas escritas, eu pude perceber que eram apenas episódios isolados de amores e paixões impossíveis. 
Pois, quem é do alto dos seus 13, 14 anos sabe que aquele menino do outro lado da sala é seu único e verdadeiro amor? Não, não sabem, tá, pode até ser em algumas histórias desconhecidas, mas a realidade é bem diferente.
Os anos foram passando e mesmo assim eu não via graça em escrever um diário, eu sempre me perguntava: "mas pra quê isso?", sim, confesso que tive uns dois cadernos, já perdidos no tempo, queimados um dia em uma fogueira no quintal. Depois disso, nunca mais "ensaiei" ter um diár…

Pelas montanhas...

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Inspiração... De onde vem? Pode vir pelas leituras cotidianas, sonhos durante a noite, conversas com várias pessoas, assistindo a filmes, e claro, pela sua própria vida. Mas também das montanhas das Gerais que me cerca e me fascina.
Um diário é assim, um mosaico de inspirações, de vivências, de cores, sabores ao nosso redor. As estações marcadas dentro de mim, cortaram o tempo em fatias, mas não as emoções que cada dia, cada luar, cada nuvem me traz.
A escrita vai acontecendo pelos caminhos e (des)caminhos de uma vivência, com acertos e erros, dores e sabores, mas muitas felicidades nesse caminhar.



Assim seguimos entre espaços em brancos e letras cursivas, transformadas em páginas com caracteres.

Por Letícia Alves


Os Caminhos da escrita...

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Não, não é fácil escrever. As palavras geralmente já estão fazendo um balé em nossa mente, mas se recusam por vezes a se apresentar em um espetáculo de frases e parágrafos conexos, ou seriam desconexos? 

Mas não importa, pois a magia das palavras, do papel riscado, do balé de letras e palavras é o que realmente nos faz sorrir e sonhar, e por que não dizer, caminhar por aí...

Sim, escrever, ler, é caminhar, por labirintos de emoções, sustos, alegrias, sorrisos ao meio de um mundo seja ele contido ou ao largo de palavras soltas em um primeiro momento. E no segundo instante, coladas umas às outras, coladas n'alma.

É um pouco isso, no caminho da escrita, palavras que brotam do inconsciente ou ainda conscientemente de um universo maior de emoções.



Vamos caminhar e (des)caminhar por aí?  Por Letícia Alves

Estrelas...

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Hoje faz 2 anos que Deus te levou para junto Dele.
És uma estrela brilhante no céu para qual eu olho todos os dias, todas as noites.
A lua, sua eterna companheira...
E fazes companhia para outra estrela que lá está há algum tempo...


Sinto saudades, 
Mas olho para o céu e estrelas me guiam.


Saudades eternas, Mamãe.




Por Letícia Alves




Agosto com gosto...

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Não importa se dividimos o tempo em fatias, se temos calendários dos mais diversos tipos. O fato é que Agosto chegou, e na fatia do nosso calendário, o oitavo mês. Um mês controverso pra mim, pois me dá tristeza (não do agouro popular) e alegrias também. Mas o importante é saber que hoje se inicia um novo mês, com dias novinhos em folha para escrevermos uma nova história de vida. Graças a Deus por isso! E agradeça seja a quem for, de acordo com sua fé! E que sejam belos dias...
Por Letícia Alves