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Mostrando postagens de Abril, 2010

Caminhos.... (Republicação)

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Lembro de te olhar com carinho,
Percorrendo um caminho ainda desconhecido,
Suas mãos sempre me guiando e nunca sozinha.



Ao longo da estrada nos perdemos,
Não sei o motivo,
Direções opostas,
Corações a prova.


Sentada à beira do caminho,
Já não espero seu carinho,
Seu doce sorriso,
Apenas lanço,
O olhar no infinito! Por Tempestade *Esse post faz parte da primeira postagem coletiva do Espaço Aberto. Os demais participantes você conhece aqui.

Indicação...

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(Clique na imagem)

Voltando depois de uns dias para dizer que meu blog foi indicado ao Prêmio 2010 Top Blog.
Agradeço pela indicação e peço para que conferiram aqui mais sobre o Prêmio e vamos iniciar a movimentação das votações e indicações desse ano.
Conto com todos vocês!

Vazio...

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E hoje não há tristeza, Não há alegria, Não há nada. Somente o vazio....

Tempestades recorrentes...

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O amor acabou.... O coração parou de bater rápido, apressado, sempre descompassado. Não há mãos frias e aquele frio na barriga ao ouvir a voz... Não há mais sorriso franco, E nem noites estreladas que testemunhavam pensamentos longínquos.


Os sentimentos foram para outra direção, Ventos norte, sul, leste.... Tempestades recorrentes, Agora não mais de desejos, beijos, anseios.



Tempestades recorrentes, De pensamentos que vão pra longe, E levam consigo todas as lembranças.


Por Tempestade

Amar!

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Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...

Florbela Espanca

Leitura intermitente....

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Ler Saramago e sempre se surpreender com a sua escrita e com o desenho das personagens e o enredo em si. Com o livro "As Intermitências da Morte" não foi diferente!
Ao iniciar a história com a frase "No dia seguinte ninguém morreu", o autor inicia o debate que se seguirá sobre morte, vida, tempo e outras angústias próprias da humanidade.
A cada parágrafo e a cada frase e capítulo novas sensações nos são apresentadas e nos perguntamos sempre o que virá a seguir. Mas como estamos falando de Saramago, a cada página é uma nova surpresa.
Em seu diálogo com o leitor, assim como Machado de Assis fazia em sua escrita, Saramago nos leva a interagir e refletir sobre a morte, e tudo que a cerca. O livro é surpreendente, tanto pelo tema tratado, a forma como é escrita e claro o final.
Uma das frases do livro diz muito do que podemos esperar da história de uma cidade em que ninguém morre:

“De Deus e da morte não se tem contado senão histórias, e esta é mais uma delas.”página 146

Mas …

Para ser grande, sê inteiro...

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Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa.

Põe quanto és
No mínimo que fazes.

Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive



Fernando Pessoa

Dia Internacional do Homem...

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Por que os homens devem ter um dia só pra eles?
Porque são seres fantásticos, nos acolhem e são uns amores rs....
E também por que toda a mulher que se preza sendo emancipada ou não, sempre vai para o tanque não é?

As imagens abaixo falam por si só!

Feliz Dia Internacional do Homem!







*Esse post faz parte da Blogagem Coletiva promovida pelos blogs Bom, ruim assim assim e Verseiro.