segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Acreditar...


Não, eu não acredito mais...
E sigo por caminhos que eu desenho.


Estradas que são minhas,
Escolhidas a dedo.


O caminho eu que faço,
E ao longo dele escolho quem vai comigo e,
Quem eu deixo pra trás!




Por Letícia Alves

sábado, 26 de novembro de 2011

Esmalte e lembranças...

E depois de algum tempo estou aqui para participar da Blogagem Coletiva promovida pela Fernanda. E o tema dessa semana é Esmalte e Lembranças.

Escolhi dois objetos que me trazem boas lembranças, o primeiro é meu brinquedo de infância, eu o tenho desde os 3 anos de idade (e claro está velhinho né?)








E o segundo são as pérolas (genéricas, né? hehe) que são eternas e por isso não sairão nunca de nossas lembranças. E é tão retrô e chique.





E para acompanhar essas boas lembranças usei os seguintes esmaltes: Impala Novo 70 Boho Chic e Morango com Pimenta da Sancion Angel. Olhem eles aí.







Essa é minha participação da semana! =)

Até a próxima!

Livros...livros...



Confesso que adoro listas - as de livros, de filmes - essas coisas bacanas. Não é por que eu sigo assim a risca, mas gosto de saber o que está sendo lido e visto. Comparo o que já vi, já li e conheço novos autores, novas histórias e sigo nesse mundo mágico que é a leitura e também os filmes.

Quando publicaram o livro "1001 livros para ler antes de morrer" de Peter Boxall, fiquei bem curiosa para conhecer essa obra de referência - sim, nós bibliotecários sabemos que se trata de uma obra de consulta e não um livro que você senta assim e lê como um romance - aguardei uma promoção e como já tenho meu exemplar há algum tempo, resolvi então percorrer as suas páginas e fazer um pequeno exercício - verificar entre a seleção de obras, quais eu já li, e também começar a ver quais me interessam pra ler.

O resultado vai aqui na lista abaixo, com links de informação para as referidas obras. Estarão dispostas na sequência que o livro trata por período cronológico.

Vamos lá:

Antes de 1800

Uma pequena vergonha, ainda não li nenhuma obra desse período, e tem excelentes sugestões lá, escolherei alguma futuramente.

Anos 1800

  1. Frankenstein - Mary Shelley
  2. A moreninha - Joaquim Manoel de Macedo
  3. O morro dos ventos uivantes - Emily Brönte
  4. Madame Bovary - Gustave Flaubert
  5. Iracema - José de Alencar
  6. Senhora - José de Alencar
  7. Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
  8. O Ateneu - Raul Pompéia
  9. Os Maias - Eça de Queirós
  10. O cortiço - Aluísio de Azevedo
  11. O retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde  

Anos 1900

Anos 2000

Li histórias interessantes e agora posso ler mais algumas através dessa seleção e claro, livros novos que não estarão nessa obra (pelo menos por enquanto).

Esse é um recorte das minhas leituras! Outras leituras e update estão no Skoob.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Dias...



Dias que passam,
Novas estradas,
Paragens que vejo.


Esperanças que se findam,
Novas metas,
Coração descompassado.


Felicidade fluida,
Escorre pelos dedos,
Descrenças.


Mundo que gira,
Velocidade que não acompanho,
Desilusões.




Por Letícia Alves

domingo, 20 de novembro de 2011

Horizontes...

Rio Guaíba - RS - Novembro/2011




Horizonte perdido,
Terras ao longe.
Coração que bate,
Forte,
Descompassado.


Renovação de energias,
Positividade presente,
Novos caminhos,
Muitas escolhas.


Felicidade estampada,
Furta cor dourada,
De sonhos que
Construímos e realizamos...


Sempre!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A pele que habito...



Essa semana assisti ao novo filme de Almodovar - A pele que habito - anteriormente tinha assistido Má educação, então já esperava por algo inusitado e impactante.

Liberdade, insanidade, ética, paixão, questões de gênero são temáticas tratadas no filme, com tintas carregadas de realidade que podem com certeza chocar o espectador, e ao mesmo tempo trazer a tona feridas que já estavam (ou pelo menos poderiam estar) cicatrizadas.

Cada um de nós carrega consigo um pouco de cada coisa, em um mundo cada vez mais plural e ao mesmo tempo que gira tão rápido, que por vezes nos perdemos na roda da vida.

Centrar-se e seguir em frente pode ser complicado, mas é fato, que por algum momento na vida, a gente já chegou a pensar que fosse enlouquecer. Não é verdade? Quem nunca passou por isso que atire a primeira pedra.

Sai da sessão de cinema pensando muito no ser humano, nas relações, nas frustrações, em tudo que cerca cada momento que vivemos e cada gesto que fazemos.

Um gesto, uma palavra podem mudar vidas...

domingo, 13 de novembro de 2011

Novas paragens...





E vou ali conhecer novas paragens, conhecer novos amigos e rever gente boa.










Beijos! Bah!
Vai ser trilegal!

sábado, 12 de novembro de 2011

Do que sinto...



No céu de nuvens sem fim,
Pensamentos se vão.
O infinito sempre a espreitar.




A cada lua cheia,
Me pego a pensar,
Em você.




Sua falta sempre vou sentir,
E escreverei sim,
Sempre!


Sentirei sempre você por perto,
Te amarei indefinidamente,
Por tempo indeterminado.


Tudo gira tão rápido,
Dias voam,
Meses desaparecem,
E o ano se finda...


Saudades eternas!
Te amo mãe!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

By the way...






Standing in line
To see the show tonight
And there's a light on
Heavy glow
By the way I tried to say
I'd be there... waiting for



Red Hot Chili Peppers - By The Way


domingo, 6 de novembro de 2011

Sinceridades...





Sinceridades...
Silêncios e verdades.


O mundo desconhece,
Ou finge não saber.
Relações fugazes.




Falta de tempo,
Escasso desejo,
Atropelos diários,
Relicários.


Coração inquieto,
Mundo em vão.


Épocas distintas,
Chances recolhidas.
Barco a navegar,
Em ondas que,
Vem e vão...


Ah, sinceridades,
O mundo não está preparado pra ti.




Por Letícia Alves



sábado, 5 de novembro de 2011

Uma prece...





Os primeiros raios do dia me tocaram a face,
O dia estava apenas começando.
Um sorriso despretensioso eu dei.


Da janela entreaberta,
As montanhas ao fundo,
Eram minha moldura,
De mais um dia.


O dia tem novas cores,
Novos sons,
Cantos de pássaros,
Cores de flores.


Saudade aperta no peito,
Mãos entrelaçadas numa prece,
Que ecoa no infinito.
Esperança sem fim...




Por Letícia Alves

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sempre o tempo...


Esses dias me peguei a pensar mais uma vez no tempo, essas fatias do infinito ser.
Olho o ontem e parece que já faz anos, olho o hoje e ele me parece ontem ou mesmo o futuro. Sempre paradoxal, essas fatias do infinito ser são intrigantes e ao mesmo tempo felizes ou não - como sempre vai depender do ponto de vista - seja de quem vive, de quem viveu ou de quem apenas contempla.

Muitas vezes ouço falar que o tempo castiga. Eu penso que não. Pode deixar saudades no coração da gente, daquela pessoa querida que já não está mais conosco, mas também pode conferir à nossa vida um status de felicidade plena.

Tudo bem, hoje é dia de Finados. Melancolia, tristeza e lágrimas podem povoar muitos lugares, mentes e corações. Mas nesse ano começo a enxergar essa data de forma diferente: hoje é o décimo segundo dia de Finados do meu pai, e o segundo dia de Finados da minha mãe. Sim, fiquei órfã se alguém ainda não sabe.

Doloroso, indescritível e também extremamente saudoso. Porém, hoje eu não chorei, não lamentei, sim, lembrei deles como lembro todos os dias - não há data para o amor, para a lembrança. E sei que são meus anjos protetores - apenas estão em um plano diferente do meu e eu não posso tocá-los - mas posso senti-los.

Mas hoje também além do tempo, quero falar de amor, de amizade, de alegria e de vitórias. Sim, estar vivo nesse mundo conturbado e estar lúcido é uma vitória diária. Acredite em mim!


Pois bem, essas fatias do infinito ser me trazem alegrias inesperadas, sem planejamento algum. Há bem pouco tempo - não sei precisar - mas algo me diz que são poucos meses. Lindos olhos verdes começaram a me seguir no blog. Fiquei assim meio desconfiada, por que ela não tinha blog antes. Mas como sempre cordial, agradeci seu contato e vi que sim, agora ela tinha um blog e lá fui eu pra lá. E foi a partir daí que começamos a ler uma a outra, ela participou do sorteio de aniversário do meu blog em fevereiro desse ano (não falei que eram alguns meses?) e por aí foi.

Até que um dia ela me diz que estará na cidade a trabalho e que poderíamos nos encontrar. E em uma noite em Julho, sim, eu vi a dona dos lindos olhos verdes, mas seus olhos não são lindos, SUA alma é linda, e nas poucas horas que passamos juntas, parecia que já nos conhecíamos há anos - olha o paradoxal temporal de novo. Então, depois desse encontro em Julho, eu já pousei lá na casa dela por duas ocasiões, em Agosto e agora em Outubro. Somos irmãs de alma! Uma coisa sem explicação! E a amizade e o amor não precisam de explicação, nem de tempo, nem de nada, apenas de nós mesmos e de nossa alma.


É, o tempo jamais apagará o verdadeiro amor - por meus pais - eternamente...

E também só reforça e a cada dia fortalece meu amor e amizade com a dona dos lindos olhos verdes.

Ingrid, obrigada por existir na minha vida, surgir assim de forma inesperada, mas consistente, verdadeira, companheira, dedicada e sempre amada.

Te amo muitão!