segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Orfandade....


E há dias em que me sinto órfã,
Dos meus pais,
De atenção,
De carinho ,
De amizade,
De amor....

Mas jamais de Deus.

Por Letícia Alves

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Sublime....




A eternidade é sublime,
O amor é sublime,
Marcas sublimadas no coração.

E a vida que segue com profundas transformações,
Sublimes marcas,
Profundas e deixadas por nossas pegadas.


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Mais.....



Quando somos crianças, o tempo não faz parte de nós. Tudo é alegria, e nem nos damos conta do tempo que passa.
A vida sempre é longa e temos vivacidade e vontade de tudo aprender, conhecer, tocar e sentir.
Com o passar dos anos, a vida adulta acaba nos tirando esse frescor, esse brilho do olhar e a curiosidade diária.
E nos mostra a verdadeira dimensão da palavra:tempo.
E o tempo realmente é curto, a vida é curta, e não daremos conta de amarmos tanto quanto queríamos, dizer ao outro o quanto ele é importante, dormir mais, sorrir mais,ler mais, falar mais, e afinal, sonhar mais.
Eu aprendi mais sobre o tempo e sobre a efemeridade da vida quando perdi meu pai há 11 anos e mais recentemente (há 5 meses), quando minha mãe também se foi.

Por isso, eu sempre tento fazer mais....

Dormir mais...
Fazer mais amigos...
Sorrir mais...
Sonhar mais...
Dizer ao outro o que sinto...
E ainda tento amar, não mais, pois ainda busco apenas o suficiente, mas nunca é tarde pra buscar mais....

E espero que o tempo seja sempre nosso aliado e não nosso inimigo...


Por Letícia Alves


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

domingo, 16 de janeiro de 2011

Pra onde?

Nuvens às 18 horas do domingo - 16/01/11




O mundo girava,
Rápido e com suas cores
Tão vivas....


E ela ainda pequena,
Olhava para o alto,
E as nuvens iam,
Cada vez mais rápidas.


E ela pensava,
Pra onde iriam?


Circundavam,
Circulavam,
E ali de volta estavam.


Mas a pequena,
Não desistiu.


E ainda hoje,
Olha para o céu,
E pensa,
Pra onde as nuvens vão?


Por Tempestade

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Novo Ano... não espere por um milagre, somente siga em frente, sem desistir


Recebi esse texto por e-mail e compartilho com vocês.


Novo Ano... não espere por um milagre, somente siga em frente, sem Desistir
por El Morya Luz da Consciência - nucleo.elmorya@terra.com.br
 
"Você me chamou, então, eu vim! 
Porém, é assim que você me recebe? Como espera que eu circule livremente por essa casa tão desorganizada? 
Sou força livre, preciso de espaço. Não entro em casas fechadas e desarrumadas. 
Se o seu ambiente está bagunçado, os encantos que eu trago ficam bloqueados pelo amontoado de tralhas, tranqueiras jogadas, caixas e lixo acumulado que você guarda para usar algum dia, sem perceber que esse depósito de entulho só bloqueia o seu caminho. 
Meu nome é Prosperidade, mas só entro e permaneço na residência de quem está preparado, de verdade, 
para me receber, quem se acerta se limpa e cura a si mesmo, para valer. 
Se água vaza em jarro rachado, prosperidade não flui no caos. Quem chama a força da prosperidade, precisa compreender que, se o ajuste não começa em si mesmo, todo o resto fica ao relento. 
Seja mais esperto, pare de sofrer com os bloqueios que você mesmo causa em sua vida. Renove-se. Jogue fora o que não serve. Mude, antes que a vida mude você! E não perca o seu tempo me evocando, enquanto você não aprender a lição mais básica de quem deseja ser próspero: casa limpa!" (O Segredo da Prosperidade - por Frank)
Você já está com a sua casa limpa? 
E o seu templo mais sagrado, o seu coração, sua casa interna, também? 
Prontas para receber a prosperidade tão desejada? No final de um ano para outro, renovam-se para todas as esperanças de que o ano vindouro seja diferente daquele que passamos, geralmente cheio de contratempos, dificuldades, coisas boas e nem tão boas assim, com catástrofes naturais e aquelas provocadas por nós mesmos. 
 
Se pararmos para refletir, no último final de ano foi igual, e no anterior, também, e, assim, se voltarmos ano a ano na nossa história, encontraremos a mesma situação: depois de um período com coisas boas e ruins, almejamos que o seguinte seja diferente em todos os sentidos. 
Pedimos mais prosperidade em todos os setores de vida, e a esperança renova os corações.

Esperança, segundo o dicionário, é uma crença emocional na possibilidade de resultados positivos relacionados com eventos e circunstâncias da vida pessoal. 
Esperança, como o mundo vê, é um anseio por algo que pode ou não ocorrer. 
 
A esperança requer perseverança - acreditar que algo é possível mesmo quando há indicações do contrário. E o que poderia ser contrário aos nossos desejos, se sabemos que Deus só quer o melhor para nós?

O que fazemos, ou não, para que algumas esperanças não sejam realizadas?
Luís de Camões dizia assim: "Jamais haverá ano novo, se continuar a copiar os erros dos anos velhos".
Se refletirmos com muita honestidade, o que mudamos em nossas atitudes? O que limpamos de nossas vidas?
Aqueles que são sensatos e inteligentes mantêm a antiga tradição de limpar (literalmente) a casa. 
 
Jogar fora aquilo que não presta mais. 
 
Dar para alguém que precisa os excessos não utilizados. Organizar papéis, gavetas, contas, pintar paredes, lavar tapetes e cortinas, mudar os móveis, nem que seja só de lugar, enfim, materialmente deixar tudo pronto: largar o velho e avançar para o novo.

Tirar o mofo... mas, e dentro de nós? O que continuamos a guardar?
A esperança para o espírito é "uma profunda confiança em Deus é "alegria, fé, amor, mas só se torna conquista quando existe mudança e crescimento".
Para limparmos a casa interna, é necessário estabelecermos uma profunda ligação com a natureza espiritual, e isso hoje se traduz na pergunta: o que estivemos semeando em nossa vida? Ajudamos os semelhantes com um coração aberto, sem nada cobrar? Respeitamos a nós e aos outros? Estamos em paz interiormente, com nossa consciência? Assumimos nossas atitudes boas e ruins? Falamos sempre a verdade, mesmo que ela mexa com nossa vaidade?
Pois nesse momento planetário, esse será o diferencial que fará com que realizemos nossos sonhos.
Agora é o momento de largar as velhas e dolorosas memórias, o que nos ajudará a limpar o corpo emocional de todo lixo tóxico, de todas as mágoas sofridas, das violências e falta de amor recebidos. 
É a hora do deixar ir, de conhecer a verdade para sermos livres. Só de coração aberto, conseguimos ser honestos e jogar o lixo fora, renascendo para luz.

"O que está contido no interior é refletido no exterior. Se o nosso interior está realmente limpo não precisamos temer o futuro. É desperdício de energia.
Esta era é de nascimento de uma nova consciência, uma nova maneira de pensar, com honestidade inviolável, daqueles que sabem que não adianta mais esconder a verdadeira identidade, porque ela será colocada a nu, pois, tudo virá à tona.
Vamos nos concentrar em um futuro feliz, simplificando a vida. Limpando os velhos débitos, as desordens e as emoções já ultrapassadas. 
 
Deixando a casa interior pronta para receber e sustentar as novas energias
Que a Verdade, o amor e a essência verdadeiras não tenham opostos, pois elas não se originam no reino da dualidade. Que todos possam praticar o amor livre de condições.


Conquiste a sua liberdade se desprendendo de tudo que imagina, e viva com muita de paz, equilíbrio e realizações.



quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Amor em sonetos....

Para intercalar minhas leituras (que andam muito lentas, mais que o normal), comecei devagarinho, o livro Cem sonetos de amor do grande Pablo Neruda, e ontem li esse soneto que posto logo abaixo, que achei de uma delicadeza ímpar. Bem como, também lindo.

Leiam!






AMOR, quantos caminhos até chegar a um beijo, 



que solidão errante até tua companhia!
Seguem os trens sozinhos rodando com a chuva.
Em taltal não amanhece ainda a primavera. 

Mas tu e eu, amor meu, estamos juntos,
juntos desde a roupa às raízes,
juntos de outono, de água, de quadris,
até ser só tu, só eu juntos. 

Pensar que custou tantas pedras que leva o rio,
a desembocadura da água de Boroa,
pensar que separados por trens e nações 

tu e eu tínhamos que simplesmente amar-nos
com todos confundidos, com homens e mulheres,
com a terra que implanta e educa cravos.

Pablo Neruda

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Novo ano.....


Sim, o ano começou.
De novo apenas os números no calendário que mudaram...
Os problemas são os mesmos,
As angústias também.

A novidade sempre será,
a nossa vontade de
mudanças.

E no frescor de cada dia que renasce....


Por Tempestade