sexta-feira, 30 de julho de 2010

Pensamentos....



"A presença de um pensamento é como a presença de quem se ama. Achamos que nunca esqueceremos esse pensamento e que nunca seremos indiferentes à nossa amada. Só que longe dos olhos, longe do coração! O mais belo pensamento corre o perigo de ser irremediavelmente esquecido quando não é escrito, assim como a amada pode nos abandonar se não nos casarmos com ela."


SCHOPENHAUER, Arthur. A arte de escrever. Porto Alegre: L&PM, 2007. p.22

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Inverno... ventanias....



O inverno e suas nuances estão em mim....
Cores em tons pastéis....
Ventos que sopram, levando lembranças,
Trazendo novos caminhos,
Novas esperanças.


Os ventos mudam de direção,
A vida segue,
Rumos inesperados,
Ou apenas já desenhados?


Não, o vento não me soprou,
Eu apenas pude sentir passar pelos meus cabelos,
Como mãos a acariciar fios negros.


E a tempestade que se formou,
Trouxe novos ruídos,
Com a intensidade de um coração 
Que bate......


Por Tempestade

sábado, 24 de julho de 2010

Et si tu n'existais pas...





Et si tu n'existais pas
Dis-moi pourquoi j'existerais
Pour traîner dans un monde sans toi
Sans espoir et sans regret

Et si tu n'existais pas
J'essaierais d'inventer l'amour
Comme un peintre qui voit sous ses doigts
Naître les couleurs du jour
Et qui n'en revient pas

Et si tu n'existais pas
Dis-moi pour qui j'existerais
Des passantes endormies dans mes bras
Que je n'aimerais jamais

Et si tu n'existais pas
Je ne serais qu'un point de plus
Dans ce monde qui vient et qui va
Je me sentirais perdu
J'aurais besoin de toi

Et si tu n'existais pas
Dis-moi comment j'existerais
Je pourrais faire semblant d'être moi
Mais je ne serais pas vrai

Et si tu n'existais pas
Je crois que je l'aurais trouvé
Le secret de la vie, le pourquoi
Simplement pour te créer
Et pour te regarder

Et si tu n'existais pas
Dis-moi pourquoi j'existerais
Pour traîner dans un monde sans toi
Sans espoir et sans regret

Et si tu n'existais pas
J'essaierais d'inventer l'amour
Comme un peintre qui voit sous ses doigts
Naître les couleurs du jour
Et qui n'en revient pas

Joe Dassin


*tradução aqui.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Constante e variáveis? Constante.....





Recebi por e-mail





"Só pra dizer que não te esqueci. Na verdade, tenho pensado muito em
você... Pelo menos no pouquíssemo tempo que tenho tido. Você é uma
constante, não uma variável.

Beijos"







E na hora eu estava ouvindo essa música aqui

sábado, 3 de julho de 2010

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Palavras....

Terminei de ler nessa semana O caso Morel - Rubem Fonseca, e uns trechos me fizeram pensar, pois concordo com eles.


Olha só se não é verdade?


Esse livro foi publicado em 1973 e eu achei super atual.



"Nós humanos carregamos dentro de nós as sementes, continuamente alimentadas, de nossa própria destruição. Precisamos amar, assim como odiar. Destruir, e também criar e proteger." p.118


"Os homens odeiam os lobos e há séculos os matam sistematicamente. Hoje, os defensores da ecologia tentam colocar os poucos que restam em reservas distantes, a salvo dos seus implacáveis inimigos. Mas o lobo só sabe viver ao lado do homem. Um mártir da convivência." p.174


E além destes dois, um que me chamou muito mais a atenção e que permeia todo o livro:




Nada temos a temer
exceto as palavras.


Rubem Fonseca em O caso Morel