domingo, 2 de maio de 2010

Sombras...



A sombra das mãos que escreviam aquela carta,
Ofuscava o brilho das palavras de outrora.
Palavras que saltavam aos olhos no ritmo
Dos batimentos cardíacos.

Batimentos acelerados,
Descompassados,
Elevados.

Agora a sombra daqueles dedos,
Ofuscam as palavras de despedida.

Despedida sem sentido,
Sem diálogo,
Uma despedida em um
Monólogo....


Por Tempestade

9 comentários:

Beta disse...

Lindo!!

bj

Elcio Tuiribepi disse...

Oi amiga, passando para agradecer sua participação no Espaço Aberto, lindo o poema aqui também...
Uma caneta nas mãos lembra mesmo um monologo, lembra profundidade nos pensamentos...
E claro...sentimos os batimentos que ditam o ritmo do coração e da alma quando escrevemos com emoção...
Um abraço na alma...mais uma vez obrigao por ter participado e boa sorte...bjo

Carmem L Vilanova disse...

Lindo poema...
Valeu a pena ter vindo por aqui hoje!!! :o)
Beijos, flores e muitos sorrisos!

Flavio Ferrari disse...

Tenho a impressão de que as despedidas sempre são um monógolo ... no máximo dois ...

Nany C. disse...

Nossa!...

Ai miga... saudades...rs

Vim deixar um beijo no seu coração...
Uma ótima semana!

Mari Amorim disse...

Olá!!
Hoje eles hão de consagrar
O dia inteiro pra se amar tanto
Ele, o artesão
Faz dentro dela a sua oficina
E ela, a tecelã
Vai fiar nas malhas do seu ventre
O homem de amanhã.
Chico Buarque
Excelente semana,boas energias!

Mari

Espaço Aberto disse...

Você que participou da nossa 1ª Postagem Coletiva, não pode perder a entrevista com a nossa amiga Vivian.

Conheça também o vencedor do Sorteio do Livro de Poesias!

Muitas surpresas ainda estão por vir em nosso Espaço Aberto!

Contamos com você!

Mågø Mër£Îm disse...

Despedida em monólogo é qdo só um fala tchau... e isso dói!

beijo, Ventinho

Daniel Savio disse...

Mas as vezes temos de nos despedi para nos encontrar...

Fique com Deus, menina Tempestade.
Um abraço.