terça-feira, 2 de junho de 2009

Singular... igual...



Ligou o chuveiro, e a água morna caía sobre seu corpo...

Lágrimas se misturavam em meio a água que deslizava pelo corpo moreno.

Ela queria que aquela água pudesse lavar não só o corpo mas a alma,
Lavar das angústias, tristezas, decepções, anseios, desejos, medos...
Que tudo sumisse de vez...
Fecha a torneira.
Sai do box, se enrola na toalha e só queria ir pra longe, onde fosse apenas mais um rosto na multidão, não singular, mas igual...

E assim: recomeçar!!!!

Letícia Alves

6 comentários:

Fofa disse...

E por que não, fofinha?!

Vamos lá: arregaçar as mangas e recomeçar!

Estou aqui, sempre!

Beijocas

Ernani Netto disse...

Vá a uma cachoeria, que lá sua alma saíra renovada!

Bjaum

Érica disse...

Quero muito uma água dessa, que me lave a alma, que me arraste os tormentos e as angústias.
Muito bom.
:)
Primeira visitinha.

myra disse...

que bom outra vez aqui e voce no meu, agradeço seu comentario, e gostei muito muito destas linhas1
um beijo

Coisa Frágil disse...

oi florzinha,

passa no meu blog, tem um selinho p vc.

bjus perfumados

*muitas vezes fiz isso, queria que a água lavasse minha alma...que limpasse tudo e m renovasse...

entremares disse...

Pode-se sempre recomeçar.
Mas nem sempre queremos, nem sempre é fácil.

O passado pesa.
E se lavarmos todo esse passado, também lavamos tudo o que de bom aconteceu...