sexta-feira, 29 de março de 2013

Cor (ação)...


Coração...
(cor) ação...
Ele age...
Nós agimos...

De (cor) ação...
Nos leva à muitos lugares...

A tristeza...
A alegria...
O sorriso...
As lágrimas...

Sempre com cor (ação).


Por Letícia Alves

quarta-feira, 20 de março de 2013

Anjo Negro - Mallerey Cálgara



Meu exemplar autografado

Sinopse: "Até onde você iria para salvar a pessoa que você ama? Até que ponto se sacrificaria e tudo pelo qual você lutou e acreditou? Para muitos, quando tudo parecia ser o fim, para Darian foi apenas o início. Filho de um Anjo que se apaixonou e se envolveu com um humano, e após ser transformada em mortal, comete suicídio. Com a passagem livre entre os dois mundos, Darian recebe uma proposta do Arcanjo Miguel de recolher dez mil almas que querem ser salvas e colocá-las em uma caixa angelical. Ele vê nesta proposta um meio de amenizar o sofrimento de sua mãe que se encontra no vale dos suicidas. Contando com a ajuda de seu Anjo da guarda, Hadji, ele parte em uma jornada de aprendizagem, mas com grandes conflitos e indecisões. Porém, não só apenas os Anjos do bem o observavam, e uma nova proposta de maior peso, lhe foi feita, por Iblis, o senhor dos infernos: “-... Apenas dez mil almas simples, comuns, por uma especial, uma troca justa.” Cabendo somente a ele, tomar a decisão de não lhe entregar a caixa ou, de salvar sua mãe e tornar-se um Anjo Negro."


Confesso que mesmo sabendo que havia muitos livros sobre a temática. Eu nunca me interesse em ler algo do gênero. Só foi a partir de começar a conhecer novas autoras, espalhadas na rede, através de blogs literários e no Skoob, e lendo a sinopse de Anjo Negro, resolvi ler.

Eu sou daquelas pessoas que precisam ler algo para compreender se o texto é bom ou não, se vou gostar do gênero também. E foi assim que aconteceu com Anjo Negro.

A sinopse já me atraiu, primeiro, pelo espaço temporal e segundo pelo ambiente criado pela autora. Comecei a ler o livro sem criar muitas expectativas e de repente em 3 dias eu tinha finalizado a leitura. A história me envolveu e também corroborou com muitos dos meus pensamentos sobre os anjos e a espiritualidade como um todo (não estou aqui querendo levantar questões sobre quem acredita ou não). 

Eu só posso agradecer à Mallerey por ter escrito um texto tão claro e que chama a atenção, e que veio até mim em um momento muito complicado na minha vida. Por isso, continuo afirmando, que os livros nos escolhem.


Recomendo a leitura!


E como disse a Mallerey na minha dedicatória: "O destino pode mudar. A nossa natureza jamais."

Acredito muito nisso!
Por Letícia Alves

domingo, 10 de março de 2013

Consolar... (des) consertar...


Na espera de uma consolação,
O (des) consertar surgiu.

Devagar,
Invadiu,
Um ser, sem ser.

Lágrimas pendem,
Olhos que não vêem,
Sorriso abortado.

Consolar,
(In) consolável momento.

Na tentativa de conserto,
O (des) consertar,
Prevalece,
Na alma que chora.

Pensamentos desconexos,
De um ir sem vir,
No fim da linha,
Das tentativas...

E sempre continua,



Nesse interminável túnel de dor, a luz ainda é sombria, e o caminhar tem se tornado lento...

(In)suportável dor,
(In) suportável caminhar,
(In) suportável respirar...


Por Letícia Alves



Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações.


sexta-feira, 1 de março de 2013

(In) dor...




A dor que consome meus dias vem lá do fundo da alma e corta de um jeito que nem a mais pura lâmina de aço forjado conseguiria.

Dilacerante e angustiante não escolhe hora, lugar, apenas chega, cortando e rasgando meu peito e me deixa sem ar, como se estivesse a flutuar em mundo desconhecido.

(In)dor, intransigente, pulsante e que não declina, não se curva e se instala como um parasita que suga todas as forças existentes e até aquelas bastante remotas.

Fadiga que acompanha o tilintar do relógio, as nuvens que passam rapidamente sobre a minha cabeça, o tempo vai passando, e tudo ganha uma dimensão imensa.

Fora de mim, fora de tudo, pés sem caminho, direções diversas, pedras na espreita e meu coração a palpitar mais aceleradamente do que o normal.

Sombras soturnas, ruídos desconexos, respiração a falhar, e de onde vem esse mar de lágrimas que inunda minh’alma e transborda a dor que há muito se encontra instalada.

O mundo continua dando voltas, completas, eu diria, mas nesse infinito de dor, parece-me que ele não está dando voltas, permanece imóvel e para mim tenebroso.

Sinto-me cansada, extremamente fadigada e totalmente sem rumo no escuro das noites, no quarto e com a respiração a falhar.

Não enxergo mais cores, tudo é cinza e frio, sentimento que invade um coração que tem lutado tanto, tanto, mas que chora, está triste e dilacerado.

E nesse interminável túnel de dor, a luz ainda é sombria, e o caminhar tem se tornado lento...

(In)suportável dor,

(In) suportável caminhar,

(In) suportável respirar...


Por Letícia Alves