segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Celebração...


Vamos celebrar,
A vida,
O amor,
A amizade, 
A ternura.

Vamos celebrar,
O viver,
O aprender,
O perdoar.

Vamos celebrar,
O sorriso amigo,
O aperto de mão sincero,
O abraço em meio às tempestades.

Vamos celebrar,
Eu e Você,
Todo mundo junto,
Um mundo inteiro de cores.

Vamos celebrar,
Sempre!
Pois a vida,
É a grande celebração,
De DEUS.

Feliz 2013!


Por Letícia Alves

sábado, 29 de dezembro de 2012

Agradecer...


Sempre é tempo de agradecer.
Mesmo que você esteja triste,
Que ao abrir a janela, não haja cores suficientes.

É tempo de agradecer,
Mesmo que lágrimas teimem,
Em rolar em sua face.

Amanhã vai ser diferente,
Um novo dia, 
E sempre é tempo de agradecer.


Dias passaram,
Sorrisos,
Choro,
Palmas,
Suspiros,
Suores,
Alegria, 
Tristeza,
Descobertas,
Amadurecimento.

Tempo de agradecer!

Sem resoluções,
Apenas sonhos que projetam,
Um dia melhor,
Findo assim,
Agradecendo por tudo,
E certa de que dias melhores virão.


Por Letícia Alves


*estarei off line por uns dias, volto em 2013.

 Felicidades a todos e sejam gratos!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Brevidade...


Somos chama que pode se apagar.
Chamas acesas pelo Criador,
Que do Alto nos protege, 
Nos ampara.

Chama viva,
Que nos faz ser alguém bom,
Que ilumina a vida de outros tantos.

Hoje essa chama está viva,
Amanhã quem sabe?
Brevidade!

O que não podemos nos esquecer,
É da luz que se propagou,
E estará sempre nos iluminando,
E nos aquecendo.

Que essa chama jamais se apague,
Mesmo na brevidade física dela.




Por Letícia Alves

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Hoje...



Hoje eu senti,
Um vazio,
Uma tristeza.

Hoje eu senti,
Que muitas vezes,
Estamos sós...

Hoje eu senti,
Que temos pessoas,
Que são anjos,
Enviados por Deus,
Para estar no nosso caminho.

Hoje eu senti,
Que posso,
Me dar o direito,
De ser fraca em,
Alguns momentos.

Hoje eu senti,
Que mesmo,
Fraquejando,
Em alguns,
Momentos,
É preciso,
Seguir firme.


Hoje eu senti,
Que Deus falou comigo.



Por Letícia Alves

domingo, 9 de dezembro de 2012

Chuva...



Hoje eu tomei chuva,
Não por que eu tinha me esquecido da sombrinha,
Mas por que queria sentir na pele aquelas gotas frias e cristalinas.

A alma agradeceu,
Ventos,
Gotas,
Chuva,
Emoção.

Um sabor de vida,
De seguir em frente,
De não se abater.

Esperança que renasce,
Assim como a natureza,
Que agradece a chuva,
E renasce esplendorosa.

Por Letícia Alves

sábado, 1 de dezembro de 2012

Dezembro chegou...

Dezembro chegou.

E então o último mês do calendário humano.



Sim, no calendário humano, pois sei lá se existe fatias de tempo para outros seres.
O fato é que chegou a famosa época dos blá blás de Natal e Feliz Ano Novo, se eu pudesse pular essa etapa e começar o ano lá depois do carnaval... é, depois do carnaval, pois nosso querido país começa a desacelerar (se é que andou acelerado), e só volta a "funcionar" depois do tão famoso carnaval.

Enfim, Dezembro chegou, e temos então um mês novinho em folha para escrever novas histórias e refletir sobre as antigas. Não é para isso que serve esse último mês do calendário? ah, e as famosas listas de resoluções, blá blá...

Chega de blá blá e vamos viver, ouvir música, ler bons textos, gargalhar, falar besteira, amar, ser amigo, ser humano...




Sim, Dezembro chegou!


Por Letícia Alves

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Infância...

É sempre bom lembrar dos nossos momentos de infância, onde tudo era colorido, e as preocupações eram mínimas. Não é nostalgia, mas lembranças felizes de uma época tão bela e inocente.

Eu fiz esse caminho, depois de 27 anos de saída da minha escola primária, fui até lá e visitei um espaço muito querido para mim: a biblioteca.

Percorri alguns espaços do pátio da escola e perto da cantina, tudo tão igual, e as paredes todas pintadas. Lembrei dos meus momentos na escola, a fila para a merenda, e as filas de entrada, em que todos os dias antes da aula, cantávamos o Hino Nacional Brasileiro e rezávamos o Pai Nosso.

Sim, éramos crianças felizes, e não lembro-me do racismo, nem da intolerância religiosa, e a disciplina e educação eram em outros patamares. Senti-me saudosa e feliz por ter tido esse tipo de educação que contribuiu para a formação do adulto que hoje sou.

Foi lá na Biblioteca Cecília Meireles que li meu primeiro livro completo, As Reinações de Narizinho, e assim, iniciava minha vida literária, e talvez, inconscientemente, já escolhia minha profissão: bibliotecária.

A foto da Cecília Meireles na mesma parede, a qual eu  me recordava
Novembro de 2012

A Emília junto à coleção de Monteiro Lobato, o primeiro escritor da minha vida.
Novembro de 2012

Outra Emília e a coleção de Monteiro Lobato
Novembro de 2012

Monteiro Lobato e outros autores me foram apresentados nesse espaço que para mim foi e pude perceber que ainda é mágico. Lembro-me dos dias em que ouvíamos as histórias em discos de vinil na vitrolinha da biblioteca, era tudo tão lúdico e feliz, principalmente, as histórias de Natal no fim do ano.

Foi muito bom fazer o caminho de volta, e assim, perceber que a minha paixão pelos livros e pela leitura ainda permanecem vivos e fortes e tão emocionantes como há mais de 20 anos.


Por Letícia Alves

sábado, 24 de novembro de 2012

Vida...



A vida te prega surpresas, as mais diversas.
Boas e ruins.
É preciso estar atento e realizado.
Para superar essas surpresas que são ruins, e realizado para viver plenamente as boas.

É, quando somos crianças, imaginamos tantas coisas...
E depois, quando nos tornamos adultos, percebemos, que as coisas são bem diferentes.


Quem diria...

Mas é assim, a vida segue, rumos diversos, caminhos inimagináveis, e é preciso se adaptar...


Por Letícia Alves

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Emoções...

É difícil descrever emoções.

O prazer e a felicidade estão em vivê-las.

Tantas coisas, sejam grandes ou pequenas, podem nos emocionar.
Ano passado, me senti tão bem, e em outro mundo, outra dimensão ao assistir pela primeira vez na minha vida, uma ópera. Foi La Bohème. Muito linda e emocionante, sai do teatro flutuando com a beleza dos cantores, e ao mesmo tempo, triste pela história, mas emoção é isso.





Ver O Quebra Nozes foi mais uma emoção, um ballet lindo, emocionante, singelo e que nos remete à outra época, me senti em pleno século 19. Pensar que as pessoas iam ao teatro ver ballet, ouvir música, ou mesmo, quando haviam apresentações ao ar livre, isso me transportou para além do tempo.



Emoção ímpar, pois antes do Quebra Nozes, eu tenho lembrança da música, objeto primeiro que tive contato ainda na infância.

Orquestra Sinfônica de Berlin Quebra-Nozes - Valsa Das Flores



Não consigo descrever, apenas fecho os olhos e ainda vejo os rodopios dos bailarinos, e a graça das pontas das sapatilhas, e ouço o farfalhar das saias das bailarinas no ar, e o pé dos bailarinos tocando o chão.


Deus está nas artes, na música, no dom concedido às esses seres especiais, que amam o que fazem, e a gente vê isso estampado nos seus rostos, independente das dores dos ensaios e de todas as dificuldades.


Brindemos à vida! Brindemos à música, à dança! Brindemos à Deus!


Por Letícia Alves


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Um colar.... um amor...




Nunca tinha lido nada de Alexandre Dumas, mesmo sendo um autor considerado clássico e mundialmente conhecido. Porém, eu ainda sigo aquela máxima que cada momento tem seu livro, e que o livro nos escolhe.

E foi assim que comecei a leitura d'O Colar de Veludo. Queria ler algo diferente e que podia carregar comigo para onde fosse, e que me fizesse distrair das outras leituras densas que estão comigo. E acertei. É um livro de leitura fácil e de um golpe só, e você chega assim ao final da história, fechando a capa e falando assim Ahhhhhhh! pelo menos esse foi meu sentimento. Mas um sentimento feliz ao fim das linhas de Dumas.

Um pequeno trecho me chamou atenção, pois me vi nele, e acho que a grande maioria dos leitores ávidos também se reconhecerão.

Eis,

"Falamos dos defeitos de Nodier: seu defeito predominante, pelo menos para a senhora Nodier, era sua mania de livros; esse defeito, que era a felicidade para Nodier, era o desespero de sua mulher. Por que com todo o dinheiro que Nodier ganhava, ele comprava livros. Quantas vezes Nodier que saía para buscar duzentos ou trezentos francos absolutamente necessários para a casa, voltava com um volume raro, um exemplar único." página 177

Quando li esse trecho, vi que eu também tenho esse defeito do Nodier, que Dumas descreve de forma tão singela, que nem tem como ficar brava com Nodier por comprar livros e livros.


Bem, não vou falar muito mais, mas vale a leitura.

Recomendo!

Por Letícia Alves

domingo, 18 de novembro de 2012

Deserto...




"O deserto desvenda a verdade da condição humana, reduzindo o homem ao essencial, às necessidades elementares. Na espoliação do deserto o homem é reduzido a "ser" o próprio corpo: aí nos conhecemos mais do que nunca como "ser humano em um corpo". O deserto é, então, o lugar espiritual onde, antes de tudo, revemos nossa relação com nosso corpo e com o que lhe está estreitamente ligado: a comida que o alimenta, o vestido que o abriga, o sono que lhe dá repouso..."


Retirei esse trecho daqui e independente da crença das pessoas, eu penso que essas palavras traduzem muito do que sentimos e vivemos em determinados momentos de nossa existência aqui na Terra.

Então, passemos pelos desertos e sejamos melhores a cada recomeço.



Por Letícia Alves

domingo, 11 de novembro de 2012

Pensando alto...



Sim, o problema tem o tamanho da importância que você dá a ele.

Mas é indiscutível que ao se inverter valores e princípios tudo fica nebuloso.

O certo é errado, e o errado torna-se comum, natural e o tal do "nada a ver" paira sobre a cabeça de vento de quem acredita que há esse mundo cor de rosa.

Eu nunca gostei de rosa, coisas de vidas passadas? Não sei. Só sei que vendedor de tênis que chegar pra mim com um modelo ultra feminino e super rosa, me ouvirá dizendo: "Não há nada menos chamativo? Algo discreto?"

É, e dessa forma, poderia haver um tal de "nada a ver" você não gostar de rosa, todas as mulheres gostam.

Tá! mas tem tudo a ver, quando há uma inversão de valores, onde a confiança se esvai, e as relações se estremecem. Pois nada será como antes?

Tudo a ver com a vida, não é?


Por Letícia Alves

sábado, 10 de novembro de 2012

Lotte & Zweig




Lotte e Zweig é um daqueles livros que você lê rapidamente. Não por que seja ruim, mas pelo contrário, você fica ansioso por saber o desfecho da narrativa, apesar do final da história ser conhecida mundialmente.


Com uma escrita clara e uma narrativa envolvente, Deonísio da Silva, prende o leitor desde a primeira letra até a última.


Reconstituição da história e narrativa ficcional se misturam e formam um texto claro, limpo e inteligente, demonstrando assim o talento de escritor/professor/pesquisador de Deonísio.


Vale a pena a leitura, e claro, ler também as obras de Zweig, a qual eu li 24 horas na vida de uma mulher e também recomendo!



Boa leitura a todos!

Por Letícia Alves

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Tempo e nostalgia...


E o tempo passa assim: meio devagar, meio depressa. Depende muito do nosso estado de alma, pois o calendário e o relógio costumam ser os mesmos (não vou discutir a interferência humana no tempo).

Você olha para trás, e sente aquela pontinha de nostalgia, de algo bom e que em determinado contexto aqueceu seu coração. Você consegue até ouvir os sons de risadas saborosas e respirações ritmadas com o pulsar do coração.

Mas de repente, você olha em frente, e vê que seguindo os passos deixados para trás, em algum outro momento, haverá um tempo em que seu coração vai se aquecer novamente.


Por Letícia Alves

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Vida (ir)real...



E um dia você desperta, e percebe que tudo aquilo não foi um sonho.

É vida real.

Que a dor, e a insegurança são verdadeiros, e bem latentes, que não haverá o colo para você voltar, quando sair lá do mundo e voltar para o seu lar.

Você percebe que está um pouco desamparado fisicamente, por que espiritualmente jamais estará.

Você se dá conta que não sabe resolver muitas coisas, apesar ter uma certa idade e maturidade, pois, você ainda precisa de um guia.

Chega à conclusão que o tempo é o melhor remédio, e ao mesmo tempo sabe que não é um sonho, e não é um pesadelo, é vida (ir) real...



Por Letícia Alves

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Folhas em branco...



E mais uma vez, Deus nos concedeu mais 30 folhas em branco para escrevermos novas histórias.

Bem-vindo Novembro! Que tudo seja feliz e renovador sempre.


Por Letícia Alves

Ser Clara...

Bem, hoje eu vou falar de um livro que acabei de ler, e foi em poucos dias. Ele se chama Ser Clara e foi escrito pela Janaína Rico. Conheci o livro e a autora nessas andanças de internet, Facebook e Twitter principalmente, pois são as plataformas que mais uso. Agora vamos às minhas impressões sobre a leitura, mas antes vou deixar aqui a sinopse que vem no próprio livro, e assim, contextualizo minha opinião.



Sinopse

Clara é uma jovem brasiliense, de 27 anos, que está envolvida com os preparativos do casamento de sua melhor amiga, Laura. Durante a festa conhece um médico rico e famoso, o homem dos sonhos de qualquer mulher. Porém, acaba se envolvendo com um colega de adolescência. Mal sabe ela os obstáculos que viverá pela frente, tais como uma sogra desesperada e até mesmo tentativas de assassinato, até que consiga decidir o que quer da vida. Trata-se de um livro de linguagem simples e atual, que descreve o cotidiano, os sonhos e as aventuras de uma mulher vivendo entre a realização de uma vida independente e o desejo de conhecer e viver um grande amor. Clara, Laura, João Thomas, Léo são personagens que encontramos em nosso dia a dia, no trabalho, nos bares, nas festas. Um passeio pelos desejos e sonhos do imaginário feminino.



Agora vamos à minha opinião sobre a leitura. Confesso que tenho certa preguiça e talvez até preconceito com livros do tipo Chick-lit, até por que, não é meu tipo de literatura, apesar de ter gostado de assistir os filmes da Bridget Jones (que por sinal foi o único filme desse gênero que eu vi). Minha primeira tentativa de ler algo do gênero foi com o livro Melancia, da Marian Keyes, comecei a ler emprestado na época e abandonei por volta da página 50 - se me lembro bem. Bom, e por que eu resolvi ler o Ser Clara? Primeiro, por que todo mundo estava falando do livro no twitter, e também através da Bia do blog Apaixonadas por livros, e posteriormente, comecei a seguir o Twitter da Janaína Rico (ela interage bastante nesses espaços, ponto para a autora nesse quesito); segundo, é uma autora jovem e brasileira, e eu penso que devemos sim estimular novos escritores - mesmo que eu goste de ler os clássicos e literatura estrangeira - e terceiro, para me dar uma chance nesse gênero literário e por curiosidade também. Então lá fui eu comprar o livro diretamente da autora, pois eu quero um autógrafo, não é? O que de prontamente aconteceu.




Geralmente, alterno leituras densas com leituras leves, e foi nesse momento que comecei a ler o Ser Clara, depois da leitura de Quando Nietzsche chorou. Li Ser Clara em uma semana, pois tinha outros afazeres, mas confesso que foi uma leitura agradável, divertida, leve e bem humorada. Com personagens que podemos conhecer em qualquer lugar, e o mais importante, sendo ambientado no nosso país, você se reconhece em alguns momentos e também reconhecer lugares e marcas comerciais. Ponto para a autora. Confesso que não imaginava que a história fosse fluir assim, e que eu terminaria a leitura satisfeita com o entretenimento que me proporcionou.

Parabéns pelo livro, Janaína Rico, desejo sucesso e muitos livros pela frente.

Obrigada por compartilhar suas ideias e seus sonhos, os materializando em livros.


Por Letícia Alves

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

13 anos...

13 anos se passaram... e parece que foi ontem.

Coincidências ou não da vida, eu fui à cantina da escola no dia de ontem. Praticamente não vou lá, mas o calor era muito grande, e resolvi comprar algo gelado para beber (mas claro, que as geladeiras e freezer dos estabelecimentos comerciais não estão dando conta mesmo).

Pergunto para a atendente qual refrigerante estava mais gelado (já tinha um tempo que não bebia, resolvi matar a vontade). Aí ela disse, que seria difícil saber, pois com o calor que estava fazendo, era complicado. Entre várias escolhas e tentativas, finalmente, ela achou uma Coca Zero (tá, não sou muito fã, mas era o melhor que estava tendo), então disse que tudo bem.

Ela pegou uma latinha, e me disse o preço para eu pagar no caixa, mas quando ela olha na minha mão, fala que ia trocar por um nome feminino (aquelas latas com nomes, sabe?). Quando eu mesma olho, vejo escrito lá: José



Aí digo: pode deixar, esse era o nome do meu pai. E ela sorriu.

Coincidências?

Hoje faz 13 anos que José Emiliano, ou simplesmente Emiliano e Zé para os mais íntimos se foi, mas para mim parece que foi ontem. Lá está ele junto com minha mãe, meus anjos da guarda que Deus me deu a oportunidade de tê-los comigo.


Saudades eternas!


Por Letícia Alves

Meme Literário de um Mês - 2012 - Dia 31

Qual o livro que você leu esse ano que mais gostou? Fale sobre ele.

Como não li muito esse ano, vou destacar realmente UM livro que mais gostei, foi A sombra do vento - Carlos Ruiz Záfon. Eu já tinha esse livro desde que foi lançado, mas como sempre minha fila quilométrica não deixa, ou às vezes é o momento mesmo, só deixei para ler esse ano, quando lançaram a continuação - O prisioneiro do céu.

A história me pegou de jeito, pois falava de livros e todas aquelas histórias que rondam esse objeto tão singular e que é capaz de nos transformar. Recomendo esses dois livros.

E assim chegamos ao final do Meme Literário de um mês, eu nunca tinha participado e achei muito legal.

Por Letícia Alves

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Experienciar...



Sim, tudo são experiências na vida.
Trocar o sabor do suco, comer uma fruta diferente, mudar de caminho.
Escolher outro estilo musical, aprender outro idioma.
Infinitas possibilidades nesse vasto mundo.
Mas por que temos tanto medo de experienciar?
O novo...
O desconhecido assusta, incomoda, nos tira da zona de conforto.
É dolorido por vezes, mas ao fim, faz bem.
Você olha para trás e vê o tanto que fez de m... (palavras do meu amigo Luciano), mas também se vê mais maduro e experiente com as lições da vida.
Você não vai errar mais?
Claro que vai.
É da vida, da caminhada, dos experimentos...
Tentativa e erro...
E por aí vai...
Não se pode ter medo de viver...

(Devaneios de uma tarde nublada nas Gerais, a chuva em forma de tempestade se aproxima)


Por Letícia Alves

Meme Literário de um Mês - 2012 - Dia 30

Qual o livro que você leu esse ano que menos gostou? Fale sobre ele.

Dos livros que li, o que menos gostei, foi O ano da leitura mágica - Nina Sankovitch. Pela sinopse do livro, eu logo quis ler, pois me chama atenção os livros que falam de livros, de bibliotecas, de leituras.

Porém, a minha expectativa era muito alta para esse livro e não foi correspondida, mas é um livro para ler por fruição mesmo.



Por Letícia Alves

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Meme Literário de um Mês - 2012 - Dia 29

Qual foi o último livro que você comprou?


Pergunta difícil essa, para uma pessoa altamente "consumista" de livro se literatura. Mas vamos lá, não é?

Vou falar na verdade das últimas aquisições, pois não comprei um último, e sim "alguns últimos", e como sempre aumentando ainda mais minha fila de não lidos


  1. O Guardião de Memórias - Kim Edwards
  2. Ser Clara - Janaína Rico (esse eu estou lendo atualmente)
  3. A morte da luz - George R.R. Martin
  4. A bússola de ouro - Philip Pullman 
  5. Lotte e Zweig - Deonísio da Silva
  6. Afinado Desconcerto - Florbela Espanca
  7. Os Pilares da Terra - Ken Follett



Por Letícia Alves

domingo, 28 de outubro de 2012

Meme Literário de um Mês - 2012 - Dia 28

5 livros que estão na tua pilha de “vou ler”



Lá no Skoob está marcado que vou ler 222 livros. Mas em compensação já li 182 - claro que deve ter livros que não me lembro, mas tudo bem- então escolhi 5 livros nesse universo que talvez possam ser os próximos da fila - ou não - ó dúvida cruel.

Vamos a eles:

  1. Lotte & Zweig - Deonísio da Silva
  2. Piaf - Carolyn Burkef
  3. Afinado desconcerto - Florbela Espanca
  4. 20 mil léguas submarinas - Júlio Verne
  5. Ostra feliz não faz pérola - Rubem Alves

Bom, é apenas uma amostra da minha imensa pilha de livros a ler.

Vamos ver quais serão os próximos...


Por Letícia Alves





sábado, 27 de outubro de 2012

Meme Literário de um Mês - 2012 - Dia 27

Cite um livro que você gostaria de ler mas que por algum motivo nunca leu. Por quê?


Os Miseráveis


Hugh Jackman (Jean Valjean)

E eu tenho a edição linda da Cosac Naify, mas por pura falta de tempo mesmo, pois é um livro para se ler em casa.

Eu sempre ouvia falar de Victor Hugo nas aulas do curso de francês, mas nunca consegui ler, e esse e outros tantos estão na minha imensa lista de leituras.

Pode ser que agora com o filme estrelado por Hugh Jackman, eu o passe na frente de muitos outros e leia.





Vamos ver.


Por Letícia Alves

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Quando Nietzsche chorou...



Quando Nietzsche chorou foi daqueles livros que ao ser publicado, tinha me chamado a atenção. Mas confesso que à época, mesmo curiosa eu não li, e por vários motivos. Penso que um deles que é mais recorrente em minhas escolhas literárias, é ser o livro do momento, geralmente vou ler bem depois de todo mundo.

Pois bem, com esse não foi diferente. Somente agora depois que iniciei meus estudos de alemão, comecei a prestar atenção na cultura, literatura e música alemãs. Isso sempre ocorre quando a gente começa a estudar um idioma - pelo menos comigo é assim, fiz a mesma imersão com o francês - e então lá fui eu ler o livro.


Comecei a leitura nos últimos dias de Setembro e em um mês finalizei a leitura das 412 páginas, que confesso, me surpreendeu. Gostei muito da história, o autor construiu entre elementos reais e ficcionais uma bela narrativa acerca da amizade, companheirismo e por assim dizer, da lealdade. Posso dizer assim que iniciei minha incursão no mundo de Nietzsche. Claro que fiquei com verdadeira curiosidade para ler a obra dele, mas como sei que são textos densos, não lerei tudo, mas com certeza pelo menos o mais citado no decorrer do livro, até pela própria data em que se passa a narrativa - 1882 - e o período de publicação das obras de Nietzsche.

Recomendo a leitura! É aquele tipo de leitura que nos fazer pensar ao final, e que deve ser lida com concentração e leveza ao mesmo tempo. Há um filme, o qual vou assistir em breve.


Por Letícia Alves

Meme Literário de um Mês - 2012 - Dia 26

Fale de alguns hábitos literários seus. 

Bem, eu costumo ler bastante em ônibus, pois durante o dia, eu fico pelo menos duas horas dentro deles, para ir e voltar do trabalho. 


Leio também antes de dormir, mas não leio livros muitos empolgantes, senão fico acesa e acabo tendo insônia, sem contar que é de praxe acabar sonhando com algum livro que eu esteja lendo no momento.

Em geral são esses, não tenho hábitos muito estranhos não, mas às vezes, leio mais de um livro por vez.

Por Letícia Alves

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Meme Literário de um Mês - 2012 - Dia 25

Cite um livro que você achou que iria gostar e acabou não gostando. Fale sobre ele. 

Bom, eu sempre acredito que um livro escolhe a gente, e que há momento para toda a leitura, seja de que tipo for.

Gosto de romances históricos, e foi assim que cheguei até o livro "O último Templário" de Raymond Khoury. Na verdade eu nem consegui lê-lo, abandonei na página 37 de 476.

Eu achei a leitura muito arrastada, sem a ação que eu esperava, como em outros romances históricos. Mas também pode ser que o momento não era para lê-lo. Já tem um tempo que não me importo em abandonar livros que não me cativam, a vida é muito curta e há tanta coisa boa que a gente quer ler, não é?

Por Letícia Alves

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Meme Literário de um Mês - 2012 - Dia 24

Cite um livro que você achou que não iria gostar e acabou adorando. Fale sobre ele.


Em 2010, eu tive um ano bem complicado, com o agravamento do estado de saúde da minha mãe e seu posterior falecimento. Mesmo assim, andei lendo, mesmo que a conta gotas, pois eu precisava mergulhar na fantasia, para tentar amenizar aquele sofrimento.



Dos poucos livros que li naquele ano, eu pensei que não ia gostar de um em específico, pois eu sou uma leitora que não é muito afeita a romances românticos, os ditos água com açúcar.

Mas tive uma grata surpresa, um livro me chamou a atenção, e pensei que ia ser chato, meloso e afins, mas não foi.

O livro é A dama das amêndoas, e você pode ler minha resenha aqui.

Recomendo esse livro, vocês vão gostar!


Por Letícia Alves